| euskalherria ( @ 2005-08-01 23:29:00 |
Kale Borroka em Getxo

Os incidentes começaram meia hora depois da meia noite na zona do centro de Algorta, que ontem celebrava o último das festas locais, quando vários grupos atiraram cocktails molotov contra diversas lojas, enquanto outros bloqueavam as ruas com contentores do lixo na estrada para dificultar o acesso à polícia.
Os activistas da Kale Borroka (Luta de Rua) lançaram artefactos incendiários contra bancos, agências de viagens, lojas de seguros e cabines telefónicas. A acção foi bastante rápida e abandonaram o local sem que se produzissem detenções ou confrontos com a polícia.
Isto no mesmo dia em que os detidos dos últimos dias denunciaram que foram alvo de tortura por parte da polícia espanhola. Os ideólogos do fascismo espanhol e a comunicação social tentam largar a conotação violenta sobre a ETA e os independentistas bascos escondendo que nesta guerra a violência parte dos dois lados da barricada. O Estado espanhol mata, tortura e prende, despreza direitos humanos e civis, ocupa militarmente e policialmente um território que não lhe pertence e, mesmo assim, parece que o terrorismo está do lado de quem luta pela libertação e não de quem oprime.
Os incidentes começaram meia hora depois da meia noite na zona do centro de Algorta, que ontem celebrava o último das festas locais, quando vários grupos atiraram cocktails molotov contra diversas lojas, enquanto outros bloqueavam as ruas com contentores do lixo na estrada para dificultar o acesso à polícia.
Os activistas da Kale Borroka (Luta de Rua) lançaram artefactos incendiários contra bancos, agências de viagens, lojas de seguros e cabines telefónicas. A acção foi bastante rápida e abandonaram o local sem que se produzissem detenções ou confrontos com a polícia.
Isto no mesmo dia em que os detidos dos últimos dias denunciaram que foram alvo de tortura por parte da polícia espanhola. Os ideólogos do fascismo espanhol e a comunicação social tentam largar a conotação violenta sobre a ETA e os independentistas bascos escondendo que nesta guerra a violência parte dos dois lados da barricada. O Estado espanhol mata, tortura e prende, despreza direitos humanos e civis, ocupa militarmente e policialmente um território que não lhe pertence e, mesmo assim, parece que o terrorismo está do lado de quem luta pela libertação e não de quem oprime.